quinta-feira, 10 de abril de 2014

O PODER DO SAL GROSSO


Fisiológicos: Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus. Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde. Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades. Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações. Ajuda a aliviar artrite e reumatismo. Ajuda a aliviar a dor lombar crônica
Benefícios estéticos: Tira as impurezas da pele. Alivia irritações da pele como psoríase e eczema. Alivia comichão, ardor e picadas. Suaviza e amacia a pele. Incentiva a pele a se renovar. Ajuda a curar as cicatrizes. Restaura o equilíbrio e a umidade da pele.
Ocupacional: Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna. Alivia a tensão nas mãos e punhos. Ajuda a aliviar lesões no desporto.
Psico-física: Proporciona um relaxamento profundo. Ajuda a aliviar o estresse e tensão.
Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha, ou misturando-se ele à água dentro de um vasilhame. Uma opção que agrada muitas pessoas, é colocar um punhado de sal grosso dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha. De preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.
NÃO É ACONSELHÁVEL BANHOS FREQUENTES !!! O ÚNICO CUIDADO É NÃO MOLHAR A CABEÇA COM O BANHO, POIS É AÍ QUE FICA A NOSSA CONEXÃO, NOSSA PROTEÇÃO ESPIRITUAL, O CHAKRA CORONÁRIO.
BENEFÍCIOS DO SAL GROSSO
Fisiológicos: Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus. Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde. Ajuda a aliviar ...
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

RAIZ DE ALCAÇUS

Melhora o sistema respiratório e protege o fígado

O alimento também é bom em casos de dor de garganta e é um aliado do estômago

Raiz de alcaçuz protege o sistema respiratório
O alcaçuz, Glycyrrhiza glabra, pertence à família Leguminosae, as características das plantas deste grupo é o fruto do tipo legume. A parte mais utilizada do alcaçuz é a raiz. Este alimento ajuda a diminuir a tosse, pois tem ação expectorante. 
Além disso, a raiz de alcaçuz possui flavonoides que se destacam pelas ações antioxidante e anti-inflamatória. A planta também protege o fígado e por isso é boa para quem tem hepatite. O estômago também é beneficiado pelo consumo do alimento. A raiz de alcaçuz é boa para quem está com dor na garganta, pois conta com uma substância que tem efeito sedativo. 

Nutrientes da raiz de alcaçuz

A raiz de alcaçuz conta com saponósitos triterpenóides (glicirrizina). Esta substância atua no sistema respiratório diminuindo o efeito da tosse, pois já que tem ação expectorante. Os saponósitos ainda tem ação anti-inflamatória e ajudam na formação de complexos insolúveis entre saponina e colesterol, o que irá ajudar a reduzir o colesterol do sangue. 
O alcaçuz ainda possui flavonoides, nutriente que se destaca pela forte atividade antioxidante e anti-inflamatória e que pode até mesmo prevenir o aparecimento do câncer. O alimento também possui polissacarídeos, que irão proporcionar energia. 
Os fitoesterois também estão presentes na raiz de alcaçuz e diversos estudos têm indicado a importância destas substâncias para quem quer controlar as taxas de colesterol no organismo. 

Benefícios comprovados da raiz da alcaçuz

Protege o fígado: Estudos apontam que as propriedades anti-inflamatórias da raiz de alcaçuz, como os saponósitos, ajudam o fígado a combater toxinas produzidas pela difteria e tétano, entre outras doenças. Por isso, o consumo do alimento é orientado para pessoas que estão com hepatite.  
Protege o estômago: A raiz de alcaçuz é uma boa alternativa para quem sofre com úlceras. Isto porque ao ser ingerido o alimento irá recobrir o estômago com um tipo de gel protetor, evitando lesões. Além disso, a raiz de alcaçuz irá diminuir a acidez estomacal e assim vai atenuar azia, gases e cólicas. 
Boa para a dor de garganta: A raiz alcaçuz é boa para quem tem irritações na garganta, pois conta com glicirrizina que atua na mucosa da traqueia produzindo efeito sedativo. Além disso, essa mesma substância tem ação anti-inflamatória, o que é bom em casos de inflamação na região. 
Boa para o pulmão: O alimento possui ação expectorante graças aos saponósitos triterpenóides. Então, a raiz de alcaçuz ajuda a soltar o muco e ainda relaxa os espasmos bronquiais. 
Melhora o trânsito intestinal: Este benefício ocorre porque a raiz de alcaçuz possui o efeito colagogo, que é o aumento da secreção da bile no fígado, o que irá contribuir para uma melhora no trânsito intestinal. 
Ação antioxidante: A raiz de alcaçuz age combatendo os radicais livres e desta maneira previne uma série de doenças, entre elas o câncer. As substâncias que se destacam pela ação antioxidante são os flavonoides. 
Diminui o colesterol: A raiz de alcaçuz possui saponósitos que tem ação anti-inflamatória e ajudam na formação de complexos insolúveis entre saponina e colesterol, o que irá ajudar a reduzir o colesterol do sangue. Além disso, o alimento possui fitoesterois e diversos estudos têm indicado a importância destas substâncias para quem quer controlar as taxas de colesterol no organismo.  

Quantidade recomendada de raiz de alcaçuz

A orientação é consumir entre um e três gramas do extrato seco ou um a dez gramas do pó ou dois a nove de raiz em decocção, fervida junto com a água.  

Como consumir a raiz de alcaçuz

A melhor maneira de ingerir a raiz de alcaçuz é como chá
A melhor maneira de consumir o alcaçuz é na forma de chá. Uma boa maneira de preparar o chá é misturar duas colheres de sopa de raízes de alcaçuz para um litro e meio de água. Ferva essa água, desligue e acrescente a erva. Depois, abafe por dez minutos, coe e beba. 
O alimento também pode ser ingerido como extrato seco encapsulado ou em pó que pode ser adicionado em sucos. Os suplementos de alcaçuz possuem os mesmo benefícios da planta, porém eles só podem ser consumidos após a orientação de um profissional da área da saúde. 
O doce feito com raiz de alcaçuz real e anis pode ser uma alternativa para aliviar os sintomas de gripes e resfriados. 

Combinando a raiz de alcaçuz

Raiz de alcaçuz + mel: Esta combinação irá potencializar os efeitos benéficos do alcaçuz no sistema respiratório. Pesquisas mostraram que bactérias causadoras de algumas doenças são sensíveis à ação antibacteriana do mel. Entre esses micro-organismos estão a Haemophilus influenzae, responsável por infecções respiratória e sinusites, Mycobacterium tuberculosis, que leva a tuberculose, Klebsiella pneumoniae e Streptococcus pneumoniae, que causa a pneumonia. 
A combinação também pode ser utilizada em casos de dor de garganta. Isto porque a raiz de alcaçuz tem um efeito sedativo na região, enquanto o mel possui ação antimicrobiana, capaz de impedir o crescimento ou destruir micro-organismos e assim aliviar a dor de garganta temporariamente. O mel pode ser adicionado no chá de raiz de alcaçuz. 
Raiz de alcaçuz + gengibre: Estes dois alimentos juntos são ótimos para a digestão. Enquanto a raiz de alcaçuz protege o estômago e melhora o trânsito intestinal, o gengibre irá melhorar o desempenho do sistema digestivo. 

Contraindicações

A raiz de alcaçuz não é indicada para pessoas com problemas cardiovasculares, problemas renais, gestantes e hipertensos. Isto porque o consumo de altas doses do alimento pode causar o aumento da pressão sanguínea. 

Riscos do consumo em excesso de raiz de alcaçuz

O doce de alcaçuz não é tão ruim para a saúde
O consumo de altas quantidades de alcaçuz pode fazer com que a pessoa retenha sódio e elimine o potássio. Isto irá levar à retenção de líquidos, aumento da pressão sanguínea e dores de cabeça. 

Onde comprar

O alcaçuz pode ser adquirido em lojas de produtos naturais e em alguns supermercados. 

Receitas com alcaçuz

Aprenda a fazer uma saudável receita com alcaçuz.
-Suco hidratante de alcaçuz.
Fontes consultadas: 
Nutricionista Maria Angélica Fiut, nutricionista e fitoterapeuta, membro do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Fitoterapia (ABFIT).
Nutricionista Rita de Cássia Leite Novais da empresa Consultoria Alimentar, especializada em nutrição clínica.  

quinta-feira, 27 de março de 2014

SETE ALIMENTOS QUE ROUBAM SEU CÁLCIO



O segredo é balanceá-los, sem deixar o consumo de lado


POR ANA PAULA DE ARAUJO - ATUALIZADO EM 07/02/2014

Garanta que seu organismo absorva todo o cálcio necessário para prevenir e controlar a doença. Café, chocolate e outros alimentos quase passam por vilões quando o assunto é garantir ossos fortes e saudáveis: diminuem a capacidade do organismo de absorver cálcio. A solução, entretanto, não é bani-los da dieta, já que muitos deles - como os grãos integrais - possuem outros nutrientes essenciais à saúde. Segundo a nutricionista Juliana Stein, é preciso saber balancear bem: "Para quem já tem doenças nos ossos, como osteoporose, pedimos para não misturar os alimentos fontes de cálcio com os que atrapalham a sua absorção". A clássica combinação de café com leite, por exemplo, deve ser evitada. Conheça esses alimentos e saiba como consumi-los com segurança para os ossos. 
  • Sal - Getty Images
  • Café - Getty Images
  • Refrigerante - Getty Images
  • Alimentos com ácido oxálico e fitatos - Getty Images
  • Chocolate - Getty Images
  • Gorduras - Getty Images
  • Excesso de ferro - Getty Images
  • Excesso de proteínas - Getty Images
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Sal - Getty Images
Sal 

Encontrado no sal, o sódio aumenta a excreção de cálcio pela urina. A nutricionista Juliana Stein, de São Paulo, recomenda que pessoas com osteopenia ou osteoporose eliminem o chamado sal de adição, aquele que acrescentamos à salada e a outros alimentos. Dica: use como tempero limão, azeite e especiarias. 
Café - Getty Images
Café 

Misturar essa bebida com leite pode não ser tão indicado, dependendo das proporções de café e leite em sua xícara. "A cafeína, presente no café, tem efeito diurético, o que faz com que o cálcio seja eliminado pela urina", justifica Juliana Stein. Mas a nutricionista lembra que, para chegar a prejudicar a absorção, a quantidade de café ingerida ao dia deve ser superior a 300mg, o que equivale a três xícaras médias da bebida, aproximadamente. 
Refrigerante - Getty Images
Refrigerante 

Essa bebida é rica em fósforo, que inibe a absorção de cálcio pelo corpo. "O fósforo aumenta a liberação do paratormônio, hormônio que controla a quantidade de cálcio que temos nas células e nos ossos. Se ele está elevado, acaba mobilizando mais cálcio do osso pra corrente sanguínea, descalcificando os ossos", explica Sandra da Silva Maria, nutricionista da Gastro Obeso Center, em São Paulo.

Atenção especial aos refrigerantes de cola: além do fósforo, eles contam com cafeína, a mesma substância do café que aumenta a eliminação de cálcio pela urina.
Alimentos com ácido oxálico e fitatos - Getty Images
Alimentos com ácido oxálico e fitatos 

O ácido oxálico - encontrado em gérmen de trigo, nozes, feijão, espinafre, tomate e acelga -aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. O fitato age da mesma forma. Um exemplo de alimento com essas duas substâncias são os cereais integrais. No entanto, isso não significa que eles devem deixar de ser ingeridos, já que são ricos em fibras necessárias para o bom funcionamento do intestino. "Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago - condição necessária para a boa absorção do cálcio", diz Sandra, que justifica: "Quanto maior a ingestão desses alimentos, maiores as chances de você consumir zinco, mineral que equilibra o pH do estômago".  
Chocolate - Getty Images
Chocolate 

Além de ter cafeína, o chocolate conta com o ácido oxálico que, como dito anteriormente, aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. "A quantidade de cafeína é a mesma, independente da quantidade de cacau", garante Sandra. Ela também alerta que o chocolate ou achocolatado em pó adicionado ao leite tem o mesmo efeito. Para comer essa delícia com menos culpa, a nutricionista aconselha o consumo de chocolates com maior teor de cacau, pois, apesar de prejudicar a absorção de cálcio, há, ao menos, maior ação antioxidante - o que não acontece com chocolates com menos cacau em sua composição.  
Gorduras - Getty Images
Gorduras 

Existe um tipo específico de gordura que faz com que o cálcio seja liberado pelas fezes, em vez de ir para os ossos: os ácidos graxos saturados de cadeia longa, encontrados em manteiga e carnes gordurosas. A nutricionista Juliana Stein explica que, ao chegar ao intestino, esse tipo de gordura forma uma substância chamada oxalato, que se liga às moléculas de cálcio, formando um complexo insolúvel. "Esse complexo acaba sendo excretado nas fezes", conta.  
Excesso de ferro - Getty Images
Excesso de ferro 

Embora aconteça raramente, é possível que o ferro em excesso faça com que o cálcio não seja absorvido. Isso acontece por causa de uma disputa entre esses dois minerais, como explica a nutricionista Juliana Stein. "Eles são absorvidos pela mesma 'porta' - chamada de glute, que encaminha as substâncias à corrente sanguínea - e competem entre si para serem absorvidos", diz. O cálcio costuma ganhar o páreo, mas perde quando o ferro está em uma quantidade muito maior. No entanto, lembram as nutricionistas Juliana e Sandra, isso é raro de acontecer, já que geralmente as dietas são mais ricas em cálcio do que em ferro.  
Excesso de proteínas - Getty Images
Excesso de proteínas 

"O organismo gasta muito cálcio para processar a proteína", diz a nutricionista Danielle Moreira, do Rio de Janeiro. Por isso, abusar nas fontes de proteínas pode aumentar a eliminação de cálcio pela urina, dificultando a sua absorção.

Mas como saber se você está passando dos limites na ingestão de proteínas? A nutricionista Juliana Stein explica que uma pessoa que não seja atleta precisa de 0,8 a 1g de proteínas diárias por quilo de seu peso. "Quem passa dessa 1g já tem a chamada dieta hiperproteica", afirma. 
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quinta-feira, 13 de março de 2014

OS ONZE SUPERALIMENTOS, QUE NÓS DEVERÍAMOS COMER MAIS


Eles são pouco populares, mas enchem o prato de vitaminas, minerais e proteínas


POR FERNANDO MENEZES - ATUALIZADO EM 07/05/2012

Eles não agradam tanto quanto o morango, nem deixam inimigos por aí, como o jiló. Por isso, na hora da montagem do prato ou da compra do mês, ficam esquecidos entre as prateleiras de frutas e legumes do supermercado. Rabanete? Nabo? Inhame? Os próprios nutricionistas, muitas vezes, esquecem que eles existem. Mas fique sabendo que alguns alimentos que ficam de fora do seu cardápio trivial, trazem muitos benefícios para a saúde e ajudam a compor uma dieta equilibrada. Quem perde com a ausência dessa turma e de seus nutrientes é a nossa saúde. Para tirá-los do esquecimento e para te ajudar a montar uma dieta rica em nutrientes e cores, oMinha Vida foi à feira selecionar 11 superalimentos que fazem muito bem para o seu organismo e para a dieta. Confira: 
  • Lentilha - foto: Getty Images
  • Batata doce - foto: Getty Images
  • Inhame - foto: Getty Images
  • Rabanete - foto: Getty Images
  • Nêspera - foto: Getty Images
  • Acelga - foto: Getty Images
  • Beterraba - foto: Getty Images
  • Nabo - foto: Getty Images
  • Chicória - foto: Getty Images
  • Pitangas - foto: Getty Images
  • Cará - foto: Getty Images
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Lentilha - foto: Getty Images
Lentilhas

A lentilha é muito requisitada nas festas do final de ano. Mas, depois, passa o resto do ano esquecida. Uma injustiça, já que é um alimento ideal para a dieta a para a saúde, pois é rica em proteína vegetal, que ajuda na formação e no fortalecimento da massa muscular e na cicatrização de ferimentos. "A lentilha tem também alto teor de fibras, vitaminas e ferro e pouca gordura, sendo ótima substituta para o feijão do dia a dia, por exemplo", a nutricionista Roberta de Lucena Ferreti, da Unifesp. 
Batata doce - foto: Getty Images
Batata doce

Muitas vezes elas são vistas com olhares tortos e cara feia. Alguns acham estranho o fato de ser doce e outros, ainda, acham que ela tem grande quantidade de calorias e por isso precisam ficar longe do prato. Mas, mesmo sendo cerca de duas vezes mais calórica do que a batata normal e que tenha também mais carboidratos, a batata doce é uma ótima fonte de vitamina C, fibras e potássio, diferente da batata convencional. Além de muito versátil - pode ser usada em pratos doces e salgados -, ela é amiga do verão, pois é fonte de betacaroteno, o componente que potencializa o bronzeado.  
Inhame - foto: Getty Images
Inhame

Ele é uma importante fonte de proteínas, potássio e fósforo, podendo ser usado para prevenir doenças como osteoporose, artrite e cálculos renais. Fonte de carboidratos e fibras, pode ser uma opção para pães, massas, cereais e todos os tipos de tubérculos e raízes. Além disso, o consumo desses minerais ajuda a manter a memória funcionando mesmo depois da velhice. O melhor jeito de consumi-lo é cozido. Mas é importante que ele não fique muito tempo no fogo, para que não haja uma perda de nutrientes e vitaminas. 
Rabanete - foto: Getty Images
Rabanete

Rosa por fora e branquinho por dentro, o rabanete é um legume benéfico graças às suas propriedades medicinais. Ele estimula as funções digestivas, limpa as vias respiratórias e ainda dá uma força ao sistema imunológico. De acordo com a nutricionista Roberta de Lucena, isso acontece graças à grande quantidade de vitaminas e minerais, como cálcio, potássio, magnésio e fósforo. 
Nêspera - foto: Getty Images
Nêspera 

Popularmente chamada de ameixa-amarela, esta fruta é rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. Outra propriedade da nêspera é controlar os níveis de gordura no sangue e diminuir a resistência à insulina, atuando assim na prevenção contra diabetes. "Estudos ainda indicam que a nêspera apresenta triterpenos, substâncias que modulam a formação de óxido nítrico, que age nas vias respiratórias e tem efeito que pode ser benéfico no controle de bronquite, além de auxiliar no tratamento de doenças alérgicas inflamatórias como asma, rinite e sinusite", explica Bárbara.  
Acelga - foto: Getty Images
Acelga

Também conhecida como couve-chinesa, essa hortaliça é extremamente versátil, pois dela aproveita-se tanto talos quanto as folhas. Além disso, ela fica ótima crua e também refogada com azeite e alho. "Além de proteger o fígado, a acelga auxilia no controle do diabetes, pois apresenta fibras e possui substâncias que causam regeneração das células do pâncreas, que é o local onde há a produção de insulina", explica a nutricionista Bárbara Rescalli Sanches, da Clínica Damasceno.

Além disso, a acelga também é fonte de vitamina A e C. Quem tem tendência a desenvolver cálculos renais, precisa maneirar na quantidade consumida desse alimento. "Há grande quantidade de oxalato na acelga, substância que pode se ligar ao cálcio e formar pedra no rim", explica nutricionista.
Beterraba - foto: Getty Images
Beterraba

Ela também está entre os rejeitados. Mas o que poucos sabem é que ela é uma grande aliada no combate ao cansaço. Pesquisadores da Universidade de Exeter (Grã-Bretanha) descobriram que o nitrato encontrado nela ajuda a reduzir o consumo de oxigênio e, portanto, desacelera o ritmo do processo que leva ao cansaço. Por isso, eles recomendam um copo de suco de beterraba antes de praticar atividades. 
Nabo - foto: Getty Images
Nabo

Este vegetal carrega doses de vitamina C, cálcio e potássio. "Estudos mostram que possui uma substância que pode prevenir certos tipos de câncer", explica a nutricionista Daniela Cyrulin. As folhas do nabo constituem um excelente alimento com alto teor de vitamina A, vitaminas do complexo B e de vitamina C. Além disso, suas fibras contribuem para regularizar o funcionamento intestinal, o que ajuda a digestão. 
Chicória - foto: Getty Images
Chicória

Ela é rica em oligossacarídeos, substâncias que não são totalmente digeridas pelo organismo e servem de alimento para as bactérias benéficas intestinais, são os chamados prebióticos. "Esta substância auxilia no bom funcionamento intestinal, tratando casos de intestino preso, diminui os níveis de toxina no intestino, auxiliando na prevenção de cânceres", explica Bárbara Rescalli Sanches.

Também melhora a absorção de minerais e controla os níveis de triglicérides no sangue. Outra vantagem é a sua capacidade de desintoxicação, ou seja, auxilia na eliminação de toxinas no organismo. Além disso, constitui uma importante fonte de vitaminas A, B, C e D e de sais minerais. É de baixo valor calórico, sendo excelente para utilizar nas dietas de emagrecimentos. O melhor modo para ela ser consumida é crua, para melhor aproveitar o seu valor nutritivo. 
Pitangas - foto: Getty Images
Pitanga

Essa pequena fruta vermelha se destaca pela quantidade de cálcio que carrega, fósforo e ferro, além de vitaminas A e C, indicando seu elevado poder antioxidante o que faz dela uma poderosa aliada para os ossos, ajudando a prevenir doenças como osteoporose. Segundo Bárbara Rescalli, ela também é rica em licopeno, importante na prevenção de uma série de cânceres, como o câncer de próstata, pulmão e estômago. Para consumir essa fruta, é preciso tomar cuidado com os fungos, que se reproduzem na casca da fruta. Observe se a casca não está com uma textura áspera ou com uma cor diferente. 
Cará - foto: Getty Images
Cará

Esse tubérculo é o primo menos famoso da batata. Por ter o gosto muito parecido com o de um alimento tão popular, o cará foi deixado de lado, e poucas pessoas o colocam no prato. De acordo com Bárbara Rescalli, o cará é uma fonte de carboidratos que pode ser utilizado para a recuperação muscular após uma atividade física. Também traz benefícios para o sistema imunológico e inibe a ação maléfica de radicais livres. 
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